Nunca na história deste país tivemos tantos profissionais dando close com a bandeira do arco-íris dentro de uma empresa. São trabalhadores que, definitivamente, deixaram de lado o medo de revelar as suas preferências sexuais e colocaram de vez a boca no trombone dizendo, em alto e bom som, para o empregador: “eu existo, eu sou diferente e você vai ter que me aceitar”.
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