Casais no Divã

Ana Cunha e Kamille Vieira e Gabrielle Cabral

Reconstruindo um coração partido com Logoterapia

A partir do momento em que o sujeito apreende o outro em seu todo, atingindo a sua dimensão espiritual, sua atitude se torna amor, ou seja, uma forma mais elevada do que o erótico. O sujeito amado não seria mais um tipo perfeito que pode ser trocado por outro similar, mas um ser único e insubstituível.

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Fabiana Carvalhal

A era do 8 ou 80 com o conceito do tudo ou nada nas relações

Interessante perceber como o ser humano diz que deseja o equilíbrio, mas vive nos extremos. Principalmente nos últimos anos, após a entrada da pandemia, é perceptível o aumento de casos em consultório, e entre amigos, o envolvimento em relações extremas – busca pelo sexo compulsivo ou frenético, por quantidade de experiências, por tipos variados de parceiros e sexos performáticos.

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Andrea Lorena Stravogiannis

Como distinguir o ciúme excessivo do amor patológico?

Não há dados definitivos na literatura que permitam a clara diferenciação da natureza psicopatológica entre ciúme excessivo e amor patológico. Entretanto, estudo apontada para ambos a prevalência de uma infância marcada por inseguranças, ansiedade de separação e constante sensação de abandono.

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Fabiana Carvalhal

O ciclo das pessoas indispostas leva à exaustão afetiva

Muitas pessoas relatam exaustão na área afetiva e dizem preferir levantar um muro intransponível, pois estão cansadas de encontrar pessoas apenas “indispostas e indisponíveis”. Isso leva a se tornarem também indisponíveis. A reflexão é que com o crescimento desse fenômeno, onde vão chegar as relações?

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