Entrevista

Roberta de Medeiros

O psicólogo José Felipe Rodriguez de Sá comenta a paralisia do sono

O distúrbio é caracterizado pela incapacidade de se mover após acordar (ou no momento em que se está tentando adormecer), acompanhada de alucinações. O fenômeno biológico pode ser considerado uma doença quando recorrente e associado à carga emocional. Ao longo da história, diferentes povos interpretaram essa experiência sob uma visão sobrenatural.

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Juliana Tavares

A psiquiatra Carmita Abdo fala sobre a era do sexo virtual

No dia do Sexo, surge um dilema. Ao invés de preliminares quentes e audaciosas , que apimentam a relação, a busca é por aplicativos e sites de sexo virtual. A tendência, que vinha crescendo, ganhou maior dimensão no pós-pandemia de Covid-19 – e trouxe novas formas de encarar a atividade sexual.

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Roberta de Medeiros

Neurocientista comenta privação de oxigênio em recém-nascidos

A pesquisadora brasileira investiga os neurônios inibitórios, localizados no hipocampo e que auxiliam as “place cells”, que funcionam como GPS do cérebro. Com a privação de oxigênio neonatal, há morte de muitos neurônios dessa região, resultando, na fase adulta, uma redução na produção de novas células nervosas e consequente déficit de memória espacial.

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Roberta de Medeiros

O cérebro apaixonado e o transtorno do amor patológico

A psicóloga Eglacy Cristina Sophia explica a natureza da paixão e suas reações químicas. Ela também aborda o quadro conhecido como amor patológico, que ainda está sob investigação e, portanto, ainda não é reconhecido como transtorno pelo DSM-5, publicado pela APA (American Psychiatric Association). Essa condição se assemelha ao vício por drogas ou jogos e é reconhecido pela ativação de regiões do cérebro ricas e dopamina, que promovem sensação de bem-estar e motivação.

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Roberta de Medeiros

Ana Cristina Marzolla comenta Winnicott e a mãe suficientemente boa

Winnicott ressalta a importância da experiência da ilusão vivida pelo bebê recém-nascido em decorrência da adaptação sensível da mãe. Sem ela, a criança pode desenvolver uma espécie de autossuficiência na ausência do cuidado, que é chamada pelo psicanalista como falso “self”. O resultado é uma vida esvaziada de sentido e permeada por um senso de irrealidade.

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