

O que você precisa saber sobre depressão?
Livro escrito por psicólogos aborda o tema com linguagem acessível a todos os públicos.
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Livro da psicóloga Karen Scavacini publicado pela Sinopsys Editora visa a aumentar a consciência pública na prevenção e posvenção.
Psicólogo Wilson Vieira Melo detalha abordagem desenvolvida originalmente para pacientes com intensa desregulação emocional.
Psicólogo Nemar Gil Limeira Neto aborda consequências do isolamento imposto pela covid-19 para todas as faixas etárias e como ter equilíbrio emocional na retomada.
Psiquiatra Adiel Rios fala sobre este transtorno mental complexo e altamente incapacitante que está associado à mortalidade prematura.
Dúvidas enviadas pelos leitores e respondidas pelos especialistas.
O estilo de vida atual que os adolescentes levam com suas demandas individuais e sociais, cobranças, bem como as questões do mundo contemporâneo podem estar associadas ao sofrimento psíquico e à manifestação de transtornos depressivos nessa fase da vida.
Apesar de ser considerada um transtorno comum, mas sério, que interfere na vida diária, na capacidade de trabalhar, dormir e aproveitar a vida, a depressão ainda é considerada uma doença repleta de estigmas sociais que prejudicam o seu diagnóstico e tratamento – assim como outros transtornos mentais.
A pesquisa “A maior ameaça que os homens de meia-idade enfrentam é a solidão”, de B Baker, sugere que um foco no acúmulo de riqueza e bens materiais resulta em menos felicidade geral na vida e menos satisfação nos relacionamentos íntimos.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, a cada 40 segundos, uma pessoa comete suicídio no mundo, sendo o número alarmante de 800 mil pessoas por ano que morrem por suicídio.
Quem sofre de depressão, tem dificuldade de encontrar solução para os conflitos e essa sensação pode ser o principal fator desencadeador do suicídio, já que a depressão é um dos transtornos mentais mais prevalentes nos casos de suicídio, mas não o único.
Estudiosos avaliam que, embora o ciclo gravídico gere grandes angústias na mulher, com prevalência relativamente alta de sintomas depressivos e comportamento suicida entre gestantes, a gravidez e a maternidade podem ser fatores protetivos ao suicídio, principalmente nos anos seguintes à gestação.