

O Transtorno Obsessivo Compulsivo em meio à pandemia
Dúvidas enviadas pelos leitores e respondidas pelos especialistas.
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A pandemia por Covid-19 trouxe reflexões sobre os possíveis impactos desse cenário para a construção sobre a morte e o morrer. Como visualizamos processos de finitude a partir da experiência pandêmica?
O mundo foi colocado de ponta-cabeça. Agora, não é apenas um novo normal que se pede, é um rompimento absoluto com o que era antigo. Temos que dimensionar o mal que já foi regra, para podermos avançar.
Não podemos simplesmente adaptar um sistema doente, é preciso mudá-lo.
Estudos mostram que separações são sempre acompanhadas de dor, sofrimento e algum tipo de estresse. Outras pesquisas revelam que na pandemia a quantidade de divórcios cresceu, mas também o número de casais que decidiram manterem-se casados e infelizes aumentou também com o isolamento social. Qual será a melhor solução?
O que mudou no comportamento das pessoas no contexto do mundo do trabalho intermediado por interações, para muitos, 100% digitais? O “work from home” exigiu a habilidade de lidar com a exposição excessiva às telas durante muitas horas sequenciais, o que pode comprometer a saúde mental.
O medo pode ser funcional ou disfuncional. É
possível perceber essa diferença, e ainda, trabalhar
psicologicamente para que o medo não se torne patológico.
A Terapia Cognitivo Comportamental traz diversas
estratégias para evitar possíveis problemas gerados pelo medo.
Dúvidas enviadas pelos leitores e respondidas pelos especialistas.
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Já estava em curso, há algum tempo, uma crise de saúde mental juvenil, porém, com a pandemia instalada mundialmente e sem previsão para acabar, evidências científicas sugerem um aumento ainda mais significativo no número de adolescentes sendo tratados por ideação suicida e tentativas em hospitais.
No cenário da pandemia que se arrasta por mais de um ano, tanto quem trabalha na linha de frente da saúde, quanto os demais profissionais sentem-se sobrecarregados e mentalmente afetados. Em muitos casos, esse esgotamento pode ser diagnosticado como Síndrome de Burnout.
Estar carente, do ponto de vista afetivo, é sentir falta de se relacionar com outras pessoas ou de trocar afeto. Lidar com essa carência já era um desafio em tempos líquidos e se intensificou com a pandemia.
A pandemia se estende sem data para terminar e passado esse tempo todo, a única certeza que temos é de que todas as nossas certezas foram se desmontando como um castelo de areia com a chegada da onda do mar. Porém, a situação do Home Office, a princípio compulsório, parece que veio para ficar.