Doenças metabólicas, como hipertensão, colesterol alto, obesidade ou diabetes, podem desencadear uma resposta inflamatória que danifica o DNA de uma pessoa, o que, com o tempo, pode fazer com que células normais se tornem cancerígenas.
Pedagoga Marlinda Gomes Ferrari fala sobre subjetividade, identidade, autonomia, intervenção precoce, rede de apoio, conquistas e desafios.
A empatia nos ajuda a construir relações mais saudáveis, resolver conflitos com compreensão e criar soluções que atendam às necessidades reais das pessoas, seja em casa, no trabalho ou na sociedade.
Congresso internacional presencial em São Paulo tem como tema central ‘Fim e inícios: a caminho da fenomenologia’.
A saída dos filhos de casa é um marco significativo na vida familiar. Para muitos pais, esse momento é carregado de emoções contraditórias: de um lado, a sensação de realização ao ver os filhos crescendo e se tornando adultos, e, de outro, um vazio que surge na ausência da presença cotidiana deles.
Por meio de contos, autora fala sobre suas pesquisas com delinquentes juvenis, relações de gênero, mulheres e emigrantes rurais.
Neurocientista lança livro de neuroanatomia dos neurônios e glias para distribuir gratuitamente a estudantes.
Quando alguém nos magoa ou faz mal, a resposta lógica e mais natural seria o ato de não perdoar. Mas ao fazer isso e manter uma raiva ou uma vontade de causar o mal em retorno, em geral, não estamos impactando a tal pessoa geradora de nossa mágoa. Segundo Megase, a dura verdade é que: “quem não perdoa está fazendo mais mal a si mesmo do que a outra pessoa que a magoou”.
Ao estudar pessoas com altas e baixas esperanças para o livro Learned Hopefulness, do psicólogo norte-americano Dan Tomasulo, ainda sem tradução para o português, surgiu um padrão intrigante sobre as diferenças entre os dois grupos em relação a seus hábitos de pensamento.
A pandemia e suas consequências elevaram a ansiedade a novos níveis. Mas as raízes das condições relacionadas à ansiedade, incluindo o transtorno do espectro obsessivo-compulsivo (OCSD), ainda não estão claras. Pesquisa recente traz novidades.
O mundo do trabalho sofreu, nas últimas décadas, transformações de diversas ordens, e os trabalhadores – o elemento humano das organizações – foram, obviamente, grandemente afetados. A atuação do psicólogo organizacional encontra-se no impasse de refletir sua própria posição no mundo organizacional para contribuir para uma in¬serção mais cidadã e comprometida neste novo cenário.
A troca de mensagens na rede social, incluindo em grupos, traz acolhimento e maior bem-estar, mesmo as mais simples contendo apenas stickers ou emojis.